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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Especial SWU - Terceiro dia!

Pessoal, desculpe a demora para esse post, sei que já faz mais de um mês do SWU, mas é que estava buscando uma coisa tão desesperadamente... E consegui. Não vou contar o que é agora, mas vocês ficarão sabendo, e logo, prometo!



Então, como vocês acompanharam nos últimos posts, eu fui nos dois primeiros dias de shows, e no último, quando não estava, tinha uma pessoa lá cobrindo tudo para vocês. A Karine, um doce de pessoa, que topou falar as impressões dela sobre o encerramento do festival.

 
Vamos lá!


Nesse último dia o frio ainda imperava, a galera procurava o calor humano das bandas para se aquecer mesmo! A Karine ficou na pista premiun, viu tudo de pertinho!
Quanto ao show do Incubus, ela falou que se surpreendeu com a semelhança do som do cd com o do show ao vivo, tamanha a qualidade da banda. Eles fiseram um show cheio de hits, e dentre eles ela ressaltou “Drive”, por ser sua música favorita da banda e pela animação da galera.






Esse último dia de festival foi o mais disputado, e teve os ingressos esgotados, provavelmente pela variedade de bandas queridas do grande público, como o Linkin Park, que foi a banda que botou o ponto final no festival. Esse foi o show preferido da Karine, grande fã da banda.





Segundo ela, o show foi uma mistura de Rock e Eletrônico, tocaram musicas de todas as fases, conseguiram mesclar bem musicas mais lentas com as mais agitadas do rock mais pesado do começo da carreira.

A galera cantou junto todas as musicas, com destaque para “Numb” e “Breaking The Habit”.









Esses foram os preferidos da Karine, mas a noite ainda teve shows memoráveis do Pixies e do Queens of the Stone Age (e esse último em particular eu sinto MUITO e até hoje por não ter visto!)



Pixies foi um show cheio de hits, com os fãs mais fervorosos da banda cantando junto. Segundo muita gente foi um show fofo. Vou deixar aqui uma amostra do maior hit deles na minha opinião, pra sentir um pouco da atmosfera do show, “Here Comes Your Man”.







Já no show do QOTSA, a Karine aproveitou para dar uma volta pelo lugar e se disse admirada por ver casais curtindo tanto o show.





Apesar de ela não ter acompanhado esse show a fundo, esse foi chamado por muitos como o melhor show do festival, que responsabilidade! A banda fez um show repleto de hits dos seus ótimos CDs, a galera cantou junto, e, apesar do atraso de mais ou menos uma hora (algo em torno disso, para mais ou para menos...) foi uma loucura!



Difícil escolher uma musica destaque, com Josh Homme na minha frente tudo seria maravilhoso! Escolhi “No One Knows” e “Go With The Flow”, enjoy!
 

 




Karine gostou MUITO do encerramento do DJ Tiesto, adorou ver a galera animada, sentindo a vibe da musica eletrônica que ficou muito bem representada no festival com a Tenda Heineken, que ficou lotada todos os dias.







Agora só posso dizer que foram três dias maravilhosos, de muito Rock, muita música, muita doideira, muito frio... Mas TUDO valeu à pena, e ano que vem eu to lá pra ver Alice In Chains e System Of A Down com certeza!
 Espero que tenham gostado da nossa cobertura do festival, mais uma vez obrigada à Karine pela ajuda e aguardem as próximas coberturas de shows... A próxima será do show da minha vida. Algum palpite?

 
Beijos, gente!
Aline Pinheiro

domingo, 31 de outubro de 2010

Especial SWU – 2° dia

Continuando a falar do SWU... Voltamos para o sítio em que ficamos hospedados após o primeiro dia de shows e a galera estava assistindo a transmissão da Globo e fazendo festa. Caímos na balada denovo. (Eu não agüentei muito não, fui tomar banho e dormir, queria estar bem para o dia seguinte).



Chegamos por lá no segundo dia umas 17 hrs, como no dia anterior, e foi mais tumultuado para entrar, as catracas travavam, a fila parava... Enfim, uns 30 minutos depois estávamos lá dentro, o frio era o mesmo, se não pior, que no dia anterior e dessa vez só estávamos meu primo e eu. Fomos direto lá para frente dos palcos principais, onde acabava o show do Capital Inicial e começava o do Sublime with Rome, o fã que virou vocalista da banda após a morte do antigo vocal. O show foi muito gostoso, acompanhado do pôr-do-sol mais bonito dos três dias, com a galera feliz, cantando junto.






Seguido desse show, conseguimos avançar ainda mais perto do palco e vimos praticamente na grade o show da fofíssima Regina Spektor, que foi lindo, só ela e mais dois músicos, sendo que ela tocou só umas boas musicas. Ela é muito delicadinha, parecia não acreditar que a galera gostava dela e sabias as letras das musicas e tal. Ela agradeceu (em português) o tempo todo.







Seguido do show dela veio o da Joss Stone e é com pezar que falo que foi o que menos prestei atenção na noite toda. Saímos para comer, enfrentamos um frio horrível e uma falta de organização e preparo na hora de comprar fichas e nas escolhas do que comer. Tudo era caro, algumas coisas acabaram super rápido. Chegou uma hora que só tinha cerveja e nada mais naquele lugar.


Voltamos e pegamos o finalzinho da Joss Stone, e eu não sei como ela agüentou aquela friaca descalça e de vestido de alça, mas sei que ela é muito linda, a voz dela é uma loucura e a galera estava empolgada com as musicas, cantando junto, todo mundo feliz da vida.






Daí veio um momento maravilhoso. Show da Dave Matthews Band! Eu esperava esse momento desde 1997, quando conheci a banda e me apaixonei. Sem palavras para a virtuosidade deles musicalmente falando, os caras são muito bons, talentosos ao extremo. Muita gente cantou junto, e até quem nem conhecia a banda parecia estar feliz por estar lá.




E chegou finalmente o show mais esperado. Kings Of Leon. Sim, eles são meio frios com a platéia, sobem no palco e fazem praticamente o álbum de estúdio lá encima denovo, mas quem falar que foi ruim está mentindo. Caleb até interagiu um pouco com a platéio, estava mais animando que na primeira apresentação da banda por aqui, quando eles abriram para o Strokes, quando nem olharam a platéia. O show foi basicamente focado no CD “Only By The Night”, o melhor álbum da banda. Eu gostei muito, cantei junto, achei o máximo enxegar o palco de perto como enxerguei, não teve aquele empurra-empurra do sábado, tudo foi bem mais tranqüilo. Nem preciso dizer que “Sex On Fire” e “Use Somebody” foram os pontos altos da noite, né?



 


 
E mais um dia acabou, e voltei para casa. Já faz mais de uma semana e eu ainda estou envolvida na magia daquele festival. Parece que nem aconteceu, de tão legal.

 
Aguardem o post sobre o terceiro dia!


Aline Pinheiro

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Especial SWU – Primeiro dia


Galera, sim, eu dei um belo sumiço, mas foi por bons motivos. Passei umas semanas trabalhando muito e preparando tudo para ir para a maior aventura da minha vida nos últimos tempos, o Festival SWU, na Fazenda/ Pesqueiro Maeda, em Itu. E eu sou MUITO SORTUDA, pois ganhei os ingressos! Para sábado, ganhei o ingresso do meu primo e para domingo eu participei de uma promoção no twitter e facebook do site Vitroleiros (@vitroleiros) e ganhei um par de ingressos. Não ficamos no camping, ficamos em um sítio nos arredores do evento com uma galera bem animada e era literalmente “Rock’n Roll All Night And Party Every Day”!!!


Não chegamos muito cedo por lá por realmente preferir a galera no sítio que alguns dos primeiros shows, mas no sábado chegamos por lá umas 17:00, durante o ótimo show do Infectious Groove, banda que eu não conhecia, mas passei a curtir por lá. Eles fazem uma mistura de Rock pesado com batidas Funk, uma coisa bem louca e que caiu perfeitamente com o por-do-sol lindo desse dia.



Uma coisa muito boa no festival foram os dois palcos principais, um ao lado do outro, o que fazia com que não tivesse intervalo entre um show e outro, uma coisa maravilhosa.




Na sequência do infectious Groove vieram Os Mutantes, show histórico. Foi bem legal, a galera contando junto os principais sucessos. Sem dúvida o ponto alto do show foi quando eles cantaram a música que eles comporam para o Ney Matogrosso, “Balada do Louco”. Deu pra arrepiar.


Depois de Mutantes, mais um show histórico, a volta dos Los Hermanos! Cara, o pessoal foi à loucura, o tumulto começou, praticamente todo mundo cantando junto... Comoção total. Eles mesmos ficaram comovidos com o público, não paravam de agradecer pelo carinho e tal. Para mim “O Vento” foi um dos pontos altos, pois essa música mexe demais comigo!



A partir daí a coisa ficou mais complicada, o pessoal afobado para ver Rage Against The Machine… E começou o show do The Mars Volta. Eu estava louca para ver esse show, mas foi bem complicado, pois o tumulto começou e eu estava lá no meio... Começou o empurra-empurra... Mas o Mars Volta foi demais, demais, demais, superou minhas expectativas!


 

E veio a parte mais complicada do evento: o show do Rage Against The Machine.
Teve arrastão, um amigo perdeu o celular, meu primo teve a camiseta rasgada, os óculos quebrados e torceu o pé. Mas foi O MOMENTO do festival para mim, uma emoção ver aquela sirene subindo, a estrela vermelha... Teve falha técnica, o show foi interrompido pelo tumulto, Zack De La Rocha pediu para o público diminuir a afobação e tudo... Inesquecível!!





 
Foi uma loucura, banheiros imundos, filas intermináveis para comer e beber, mas também foi ótimo. Alguns probleminhas na hora de ir embora, falta de ônibus e iluminação, mas é algo que nunca mais se esquece!

 

Aguardem a cobertura do dia 10 e do dia 11 em breve!


Aline Pinheiro